- Nossa receita líquida consolidada no período foi de R$ 8,7 bilhões, crescimento de 15% na comparação com o terceiro trimestre de 2024, em moeda local;
- O EBITDA ajustado consolidado foi de R$ 2,4 bilhões, aumento de 10%, excluindo o efeito de variação cambial, em relação ao 3T24;
- Nossas vendas globais de cimento somaram 10,6 milhões de toneladas, elevação de 6% em relação ao terceiro trimestre de 2024;
- Aumento de 31% no investimento (Capex) no trimestre, totalizando R$ 831 milhões, alinhado à nossa estratégia de competitividade estrutural, descarbonização e novos negócios;
- Em setembro, a agência de classificação de riscos Fitch Ratings reafirmou a nossa nota de crédito global em “BBB”, com perspectiva estável, mantendo também o nosso perfil de crédito de grau de investimento;
- Em novembro, realizamos a emissão de R$ 1 bilhão em debêntures não conversíveis em ações, em série única, com vencimento em 2033.
Encerramos o terceiro trimestre de 2025 com avanços de duplo dígito na receita líquida e no resultado operacional, explicados por maiores volumes de vendas e dinâmica de preços positiva, suportados pela nossa diversificação geográfica e de produtos. Registramos receita líquida global de R$ 8,7 bilhões no terceiro trimestre de 2025, crescimento de 15% na comparação com o mesmo período do ano passado, excluindo variação cambial. O resultado é fruto da dinâmica positiva tanto em volume de vendas quanto em preço no portfólio consolidado. No terceiro trimestre do ano, as nossas vendas globais de cimento somaram 10,6 milhões de toneladas, aumento de 6% em relação ao mesmo período de 2024.
O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado consolidado atingiu R$ 2,4 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 10% em moeda local em relação ao mesmo período de 2024. Novos negócios além do cimento continuam impulsionando nossos resultados, com aumento de 11% do EBITDA em moeda local comparado ao mesmo período do ano anterior. A margem EBITDA no terceiro trimestre foi de 28%, estável em comparação ao 3T24, excluindo itens não recorrentes que impactaram positivamente o período do ano anterior.
Encerramos o terceiro trimestre do ano com lucro líquido de R$ 967 milhões. Se considerarmos apenas o nosso atual portfólio, temos um incremento de 3% no lucro líquido na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Os nossos investimentos (Capex) no terceiro trimestre do ano totalizaram R$ 831 milhões, aumento de 31% em relação ao mesmo período de 2024. Esse crescimento reflete a nossa estratégia global de investimentos em modernização e competitividade, além de projetos atrelados aos nossos compromissos de descarbonização e novos negócios. Os projetos de sustentação, modernização e demais investimentos correspondem a 75% do total de Capex consolidado. O restante corresponde a investimentos em projetos de expansão.
Do plano de investimento de R$ 5 bilhões no Brasil para o período de 2024 a 2028, R$ 2,4 bilhões já estão em execução. Entre os principais projetos que avançaram no terceiro trimestre destaca-se a operação do novo moinho de cimento da nossa fábrica de Salto de Pirapora (SP) que acrescenta 1 milhão de toneladas por ano à capacidade instalada da fábrica. Também houve a inauguração de uma unidade dedicada à trituração de pneus inservíveis em Cuiabá (MT) com capacidade de processar até 1,5 mil toneladas por mês, que serão coprocessados e usados como combustível alternativo para abastecer a nossa fábrica na capital mato-grossense.
“Encerramos o terceiro trimestre com evolução consistente do resultado operacional, além do crescimento de investimentos. Seguimos avançando em competitividade, descarbonização e novos negócios, suportados pela robustez da nossa companhia, mesmo diante de um cenário volátil e de cautela”, afirma Osvaldo Ayres, nosso CEO global.
No fechamento do terceiro trimestre de 2025, a alavancagem, medida pela relação dívida líquida/EBITDA ajustado, foi de 1,78x, mantendo o patamar do 3T24. Em setembro, a agência de classificação de riscos Fitch Ratings reafirmou a nossa nota de crédito global em “BBB”, com perspectiva estável, mantendo também o nosso perfil de crédito de grau de investimento.
“A Votorantim Cimentos segue investindo sem perder de vista a tradicional disciplina financeira, corroborada pela reafirmação do rating de crédito da Fitch. Também mantivemos uma sólida liquidez, permitindo que a companhia cumpra com suas obrigações financeiras pelos próximos anos”, diz Antonio Pelicano, nosso CFO Global.
Em novembro, realizamos a emissão de até R$ 1 bilhão em debêntures não conversíveis em ação no mercado nacional, em série única, com vencimento em 2033. A nova captação está alinhada à nossa estratégia de gestão financeira, focada na redução de custo e no alongamento do perfil da dívida.
Desempenho por região
No Brasil, alcançamos receita líquida de R$ 4 bilhões no terceiro trimestre de 2025, crescimento de 16% na comparação com mesmo período de 2024, impulsionado principalmente pela dinâmica positiva de volume de vendas e preços. O EBITDA ajustado foi de R$ 927 milhões, crescimento de 9% em relação ao 3T24, explicado principalmente pelo aumento da receita líquida e crescimento de novos negócios, parcialmente mitigado pelo aumento dos custos.
Na América do Norte, a receita líquida atingiu R$ 2,8 bilhões no terceiro trimestre, um avanço de 10% em relação ao 3T24, excluindo variação cambial. A dinâmica positiva de preços e o maior volume de vendas da região contribuíram para o resultado. O EBITDA ajustado da região foi de R$ 930 milhões no período, aumento de 3% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 em moeda local, parcialmente mitigado pelo aumento de custos.
Na Europa e Ásia, a receita líquida subiu 12% no 3T25 comparada ao 3T24, excluindo variação cambial, atingindo R$ 1,3 bilhão. O resultado é decorrente de maiores volumes e preços. O EBITDA ajustado na região foi de R$ 447 milhões no período, aumento de 29% em relação ao 3T24 em moeda local, explicado pela já mencionada melhora do resultado operacional.
Na América Latina, a receita líquida avançou 39% no terceiro trimestre de 2025, em moeda local, na comparação com o mesmo período de 2024, atingindo R$ 334 milhões, resultado de melhor dinâmica de mercado na Bolívia e no Uruguai. A região finalizou o trimestre com EBITDA ajustado de R$ 81 milhões, 33% maior que o 3T24, excluindo o efeito de variação cambial.